Mostrando postagens com marcador violência infantil. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador violência infantil. Mostrar todas as postagens

Uma a cada cinco crianças é alvo de bullying no Brasil

domingo, 6 de fevereiro de 2011 Postado por Allan Pitz 0 comentários
Uma a cada cinco crianças brasileiras sofre algum tipo de constrangimento no ambiente escolar. Segundo reportagem especial da Rádio Bandeirantes, agredidos e agressores estão em sua maioria na adolescência entre 11 e 15 anos. Mas a ação é verificada com menor frequência entre crianças de 6 e 7 anos.

De acordo especialistas, tirar sarro ou fazer chacota com amigos da mesma idade são atitudes naturais, mas apenas até um determinado momento. Quando a brincadeira provoca humilhação ou menosprezo está configurada a prática de bullying, termo em inglês para um fenômeno que passou a ser pesquisado recentemente.

O bullying faz parte do dia-dia de estudantes de todas as classes sociais e é definido por uma série de ações intencionais e repetitivas cometidas contra um colega. O objetivo do autor é causar dor, medo e sofrimento, além de assegurar poder dentro de um determinado grupo.

A série de reportagens "Ação sem Reação" vai ao ar pela Rádio Bandeirantes ao longo desta semana, quando muitas escolas iniciam o ano letivo. Na 1ª reportagem, vítimas de bullying contam os traumas que ficaram depois de serem assediadas.


Jornalismo BAND
|Continue lendo|

Bullying: Famosos contam casos e indicam como detectar o problema

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010 Postado por Allan Pitz 0 comentários
Por KIZZY BORTOLO


RIO DE JANEIRO - Ele, normalmente, começa nas escolas e é praticado por crianças e adolescentes aparentemente mais seguros de si, que zombam de colegas que são considerados mais tímidos e frágeis. Assim é o bullying, termo em inglês que denomina agressões físicas ou psicológicas que ocorrem de um aluno para outro, repetidas vezes e intencionalmente. Ou seja, trata-se de um tipo de agressão intencional, que ridiculariza, humilha e intimida suas vítimas.

Cada vez mais presente nas escolas brasileiras, o bullying pode afetar de forma devastadora a vida das crianças e requer muita atenção. “Geralmente, as vítimas do bullying são crianças mais quietas, mais na delas, pouco sociáveis e que não possuem muita habilidade para reagir a esse tipo de agressão. A fase mais recorrente do problema é a partir dos nove ou dez anos, quando a criança mais agressiva e praticante do bullying procura se reafirmar perante o grupo, adquirindo um status social de maior destaque. E quem o pratica costuma ser mais inseguro do que parece, mas se sente melhor diante da submissão do outro”, constatou a psicóloga Jessica Puppin.

O que diferencia o bullying das demais brincadeiras e divergências normais entre as crianças é que ele acontece repetidas vezes e não tem uma motivação clara. O jornalista e apresentador do programa "Altas Horas", da Rede Globo, Serginho Groisman, encabeça campanha da sua emissora para falar mais abertamente sobre o tema nos dias atuais. No vídeo institucional sobre a campanha, ele apontou que “humilhar, excluir, discriminar, dar apelidos ofensivos, espalhar mentiras no mundo real ou virtual, tudo isso é inaceitável e considerado bullying”.

A ação nasceu no início do ano depois um debate promovido por Groisman durante seu programa. Naquela oportunidade, o estudante Felipe Matos levantou-se na plateia e, num depoimento emocionado, revelou perante todos que era vítima dessa violência em seu colégio. Desde então, o apresentador vem realizando ações para divulgar a campanha "Altas Horas contra o Bullying".

Ele afirmou por meio do site do seu programa que tais atitudes são de péssima conduta social e acaba sendo também um reflexo da falta de educação familiar, como a falta de impor limites, de noções de convivência, respeito e solidariedade. “Para mim, esses valores são imprescindíveis quando pensamos em educar uma criança, um jovem cidadão, portanto, precisamos começar a nos mobilizar em conjunto”, confessou.

O filme da campanha possui 30 segundos e foi criado pela Central Globo de Comunicação. Nele, o apresentador convida as pessoas a debaterem o assunto com seus filhos, alunos e amigos. Feito para entrar no ar nos intervalos da programação da emissora, o vídeo conta com o apresentador esclarecendo o que é o bullying e fala também sobre o “cyberbullying”, buscando orientar melhor crianças e adolescentes que o desconheçam, e claro, também para chamar a atenção dos pais e mães que tenham interesse em compreender melhor essa “violência” muito comum nas escolas e, de modo devastador, abrangendo também sites de relacionamento, da Internet para o mundo.

Com o desenvolvimento da tecnologia, atualmente o bullying tomou estas proporções virtuais. De acordo com estudo realizado pela professora de psicologia da Universidade de Gotemburgo, na Suécia, Ann Frisén, cerca de 10% de todos os adolescentes, entre 12 e 15 anos, são vítimas do cyberbullying. Neste caso, o problema pode se tornar ainda mais sério.


Notícia Home Msn
|Continue lendo|

Apesar de presente, bullying ainda é velado; defensoria não recebe denúncia da prática

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010 Postado por Allan Pitz 0 comentários

Vítimas relatam as perseguições e humilhações sofridas em escolas


Taís Iatecola
Agência BOM DIA


Quantos filmes já assistimos com a cena clássica dos grandalhões da equipe de futebol que infernizam a vida do protagonista da trama, geralmente franzino e indefeso? É claro que a resposta é: muitos.

As perseguições, os xingamentos, o isolamento, as humilhações não param durante boa parte da história, até que o mocinho se rebela e se dá bem no final. O roteiro é o mesmo da ficção, contudo, na vida real, apesar das semelhanças (que não são poucas), o final feliz não é o mesmo para a grande maioria das vítimas de bullying.

Cúmplices em um pacto de silêncio, muitas crianças e adolescentes passam por essa dura experiência sozinhos.

É o caso da gerente de loja Maria Cecília (nome fictício), hoje com 26 anos. “Tudo começou quando na última série do ensino médio juntaram duas turmas diferentes na mesma classe. Eu me sentava nas primeiras carteiras e tirava boas notas, era referência para os professores, só que isso não agradou”, conta.

Foi o que bastou para começar a rejeição, o isolamento e as zombarias. “Contavam mentiras e fui perdendo as pessoas. Certa vez, terminei uma prova e saí da sala. Um deles foi até a minha carteira já com cola em mãos e fingiu que tirou esse papel de dentro do meu estojo.”

A maldade poderia ter parado por aí, mas não. Quase no final do ano um episódio marcou profundamente a gerente de loja. “Sentaram-se quase todos de um lado da sala, me deixando sozinha do outro e colocaram sobre as carteiras a espada de São Jorge e sal grosso.

Quando os professores perguntaram o porquê daquilo, disseram que era para afastar mau olhado. Nunca contei nada para minha mãe ou denunciei por vergonha, porque no fundo achava que a culpa era minha e tinha medo deles acharem o mesmo. A escola não se manifestou, simplesmente se omitiu. Quase perdi o ano.”

Hoje a gerente, que se formou em gestão de pessoas, diz ter superado essa fase difícil, fez terapia e passou a se conhecer melhor.

Casos como o de Maria Cecília são mais comuns do que se pode imaginar. Às vezes o desfecho não é parecido, chegando a agressões físicas e, em casos extremos, à morte. Apesar de esse tipo de ação existir e estar presente, principalmente no ambiente escolar, a sociedade ainda não tem a cultura da denúncia.

“É uma violência velada, mas sabemos que existe. Contudo, aqui na Defensoria, não atendemos nenhum caso ainda”, explica a defensora pública Cássia Zanguetin Michelão.

Ela comenta que é preciso que os pais e professores estejam atentos ao problema e que campanhas de respeito à diversidade sejam incluídas na aprendizagem dos jovens.

“É necessário que essas pessoas tenham acesso a essas informações, que aceitem a diversidade. Muitas vezes os jovens reproduzem ensinamentos de incivilidade e os pais devem estar atentos a isso. Eles precisam aprender que existem regras e elas têm que ser respeitadas No caso do bullying acredito que a palavra chave é prevenção.”

O BOM DIA procurou a Secretaria de Estado da Educação para saber sobre número de denúncias de bullying em escolas da região, entretanto a assessoria não respondeu aos questionamentos. Apenas informou que mantém 12 professores-mediadores atuando em 11 escolas através do Sistema de Proteção Escolar.

Vítimas que queiram denunciar a prática de bullying devem procurar a Defensoria Pública do Estado, que fica localizada na avenida Sampaio Vidal, 132.

Para especialista, bullying é um problema social
Segundo a psicóloga Lisete Horn, o bullying é um comportamento hostil, consciente e repetido, praticado por um ou mais indivíduos com a intenção de prejudicar ou ofender os outros. “Tem muitas formas e vai do mais grave, que se caracteriza pela violência física, aos ataques verbais.”

Para ela o bullying não é um problema de raiva ou revolta, mas uma questão grave de um sentimento de aversão e desprezo com relação a alguém. “É um problema social e acontece em qualquer lugar. É profundamente perturbador à saúde mental.”

Lisete comenta que os pais devem estar atentos aos sinais de que os filhos estão sofrendo bullying, como mudanças no comportamento - ficam mais quietos, irritados e tristes. “Deve-se acabar com o mito de que se intervir a violência vai aumentar. Pesquisas mostram que o bullying acaba quando uma autoridade entra em cena.”

A psicóloga trata pacientes vítimas de bullying com psicoterapia cognitivo- comportamental, juntamente com a família. “Pode chegar a transtornos maiores que requerem uso de medicação psiquiátrica”, concluiu.

Vítima transforma dor em superação e educa jovens
A estudante do último ano de psicologia, Karina Zanini Marques da Silva, 29 anos, foi vítima de bullying também no ambiente escolar. “Me mudei para Marília em 1995, morava em Rondônia. Meu pai tinha uma padaria, então eu era conhecida como patricinha. As pessoas me isolavam e zombavam de mim. Era um terrorismo psicológico. Cheguei a perder um ano. Apesar de reclamar, os professores e diretores nada fizeram.”

Ela conta que quando iniciou o curso de psicologia teve que fazer terapia. “A psicóloga me disse que eu enfrentei naquela época uma depressão sozinha. Só depois que me tornei adulta fui capaz de falar com alguém sobre isso. Hoje conto minha história para os alunos que assistem às minhas palestras de orientação e prevenção do bullying.”

Com alunos de uma escola de ensino fundamental, Karina pintou muros com mensagens de tolerância e respeito à diversidade. “Eles adoraram e entenderam que não são impotentes e podem mudar a realidade.” Além das palestras, Karina também exibiu vídeos sobre o bullying em outras escolas, inclusive uma particular.
|Continue lendo|

Campanha contra o bullying é lançada

Postado por Allan Pitz 0 comentários

Por Vitor Oshiro


Uma piada de mau gosto com um colega. Uma “tiração de sarro” com um amiguinho devido ao modo como ele fala. Um grupo falando mal e excluindo uma garota devido ao seu peso. Tais ações existem há tempo, porém, agora passaram a ser vistas com mais atenção pelos órgãos públicos e, desse modo, a palavra “bullying” - que conceitua exatamente práticas como essas - entrou na moda. Exatamente por isso, ocorreu na tarde de ontem, o lançamento institucional do programa “Acolhimentos SIM, ‘bullying’ NÃO” no auditório da Prefeitura de Bauru.

O programa é uma parceria da prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Educação, com a organização Humaniza Brasil e ainda conta com o apoio institucional da subseção bauruense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), da Secretaria de Estado de Educação, da Diretoria de Ensino de Bauru e do Sindicatos dos Professores de Bauru e Região e o das Escolas Particulares.

Segundo a Secretária Municipal de Educação, Vera Caserio, o programa de redução do comportamento agressivo nas escolas tem um caráter muito importante exatamente na junção de forças. “Todas as instituições parceiras já tomavam medidas contra a prática do bullying. A rede municipal já tinha um trabalho grande nesse ponto. Com esse projeto, iremos articular todas essas ações e ter uma efetividade maior. É uma maneira de trabalhar de modo coletivo e mais forte”, explica.

O idealizador do programa e coordenador da organização Humaniza Brasil, o professor Reginaldo Tech, afirma que a intenção é agir de forma mais intensa nas medidas preventivas do bullying. “Queremos agir em um ponto anterior. Discute-se muito a parte corretiva e realmente isso é muito importante, porém, queremos pensar em prevenir e evitar que essa prática aconteça”.

Ele explica que, para isso, serão realizadas uma série de oficinas culturais focadas no acolhimento, relação saudável e cooperação com o próximo. “Esta fase inicial do programa é realizar um planejamento dessas ações. A segunda parte é realmente colocar essas medidas em prática em 2011. Queremos estudar tudo de forma correta para saber como motivar os gestores a trabalhar de forma efetiva com a questão”, completa.

Além de oficinas, serão promovidas rodas de conversas sobre filmes com a temática do bullying, grupos de redes de relacionamentos, montagens no cineclube, oficinas de criatividade, ações criativas, entre outras medidas.

Mais um ponto importante do programa são as diferentes visões que incidem sobre o problema, ao passo que congrega várias instituições. De acordo com o representante da OAB de Bauru Antônio Carlos da Silva Barros, “além da leitura legalista, estão sendo pensadas leituras do espaço educacional, dos próprios gestores, da família e até mesmo psicológicas, com os danos que o bullying causa nas pessoas afetadas”.

Por meio da assessoria de comunicação, o prefeito Rodrigo Agostinho afirmou que “este é um excelente momento para começar um movimento de ação contra o bullying, pois já vai começar a fase de planejamento para 2011 e a sociedade toda, inclusive pais e alunos, precisam participar ativamente”.


Ainda de acordo com a secretária de Educação, Vera Casdrio, apesar de já haver instituições de diferentes níveis envolvidas, o programa “Acolhimentos SIM, ‘bullying’ NÃO” ainda está aberto a quem queira ajudar.

“O bullying não ocorre somente na escola. A educação é uma área muito importante nessa questão, porém, não é a única. A sociedade e a comunidade devem participar também. Queremos que mais instituições se juntem nessa parceria. Quanto mais coletivo, mais forte é nosso poder de convencimento e conscientização”, conclui a secretária.



Combate


Há aproximadamente dois meses, a Câmara de Vereadores de Bauru aprovou um projeto de lei sobre conscientização, prevenção e combate ao bullying nas escolas. Segundo o projeto, de autoria do vereador e presidente da Câmara, Luiz Carlos Barbosa (PTB), qualquer caso da prática detectado nas unidades municipais de ensino devem ser reportados à Secretaria Municipal de Educação e aos pais dos alunos.

Na mesma época, o Colégio COC manteve um projeto de combate ao bullying em suas unidades. Inclusive, na ocasião, foi contratado o professor Gustavo Silva Baptista, pesquisador sobre o assunto, para atuar como consultor e condutor do programa.

O bullying é caracterizado por atitudes agressivas, intencionais e constantes proferidas por um ou mais estudantes contra o outro, resultando em dor, angústia, medo e vergonha na vítima.



Notícia Jornal da Cidade de Bauru
|Continue lendo|

Lerin pede psicólogo nas escolas para combater bullying

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010 Postado por Allan Pitz 0 comentários

Jornal da Manhã (Uberaba)

Introduzir psicólogos nas escolas públicas, para observar o comportamento dos alunos, e identificar possíveis assédios por parte de outros estudantes, evitando a hostilidade física e moral, é proposta do socialista Antônio Lerin para combater a agressividade que ganhou nomenclatura internacional: bullying.

Ofício enviado ao prefeito Anderson Adauto (PMDB) externando o assunto, justifica a necessidade, respaldando a falta de preparo ou o menosprezo dos pais para detectar que o filho é vítima de chacotas.

O adolescente pode assumir duas posturas. A primeira é a retração diante dos colegas e, por consequência, a queda no rendimento escolar. A segunda é agredir o colega partindo para a violência física.

Lerin salienta que as escolas do Estado também podem aderir à ação municipal, contratando profissional habilitado. Muita gente, segundo o vereador, não busca auxílio psicológico por preconceito e vergonha.

Estudo recente da Universidade Federal de São Carlos apontou que o bullying afeta quase a metade dos alunos e três escolas públicas pesquisadas na cidade. Dos 239 adolescentes entre 11 e 15 pesquisados, 47% afirmaram ser alvos de
colegas na escola.

Em decisão recente, o juiz Luiz Artur Rocha Hilário, da 27ª Vara Cível de Belo Horizonte, condenou estudante da 7ª série a indenizar em R$ 8 mil uma colega de sala, devido à prática agressiva.

“Como ainda existe dificuldade em se identificar o bullying nas escolas, solicitei ao prefeito que analise a possibilidade de contratação de profissionais da área da psicologia para identificar tais situações e sugerir medidas para combater o problema, orientando, inclusive, os pais e docentes”, salienta.




Jornal da Manhã
|Continue lendo|

Menina pagava colegas de classe para não ser agredida em SP

sexta-feira, 26 de novembro de 2010 Postado por Allan Pitz 2 comentários


Da Redação, com Band TV Presidente Prudente
cidades@eband.com.br


Uma menina de 12 anos foi vítima de bullying e extorsão dentro de uma escola estadual em Junqueirópolis, na região de Presidente Prudente. Com medo de apanhar de alguns colegas de classe, ela era obrigada a dar dinheiro.

No total, a menina chegou a pagar mais de R$ 850 em dinheiro a cinco colegas de classe. Em um dos bilhetes que recebeu, ela foi ameaçada caso o valor não fosse pago. A mudança de comportamento da filha foi o que chamou a atenção da mãe.

O diretor da unidade garantiu que os suspeitos foram punidos com suspensão. Para a mãe da estudante, a escola foi omissa por não ter comunicado aos pais dos agressores sobre o incidente. Uma conselheira tutelar afirma que, em casos como esse, o ideal é pedir apoio ao conselho.




Notícia Band
|Continue lendo|

Justin Bieber participa de campanha contra o bullying

Postado por Allan Pitz 1 comentários
O cantor Justin Bieber participou da campanha contra o bullying "It Gets Better". O astro teen já declarou que sofreu esse problema, agora quer ajudar aos que sofrem com o bullying. "Não é legal ser um valentão. Diga às pessoas se você ver alguém sofrendo bullying", falou o cantor.



Veja o vídeo da campanha contra o bullying:


|Continue lendo|

Após casos de suicídios de jovens, EUA lançam campanha contra bullying

quinta-feira, 4 de novembro de 2010 Postado por Allan Pitz 0 comentários


Bullying é uma palavra em inglês que descreve um problema universal: o abuso físico e moral entre jovens. Nos Estados Unidos, artistas decidiram reagir para combater esse mal.

É um contra-ataque em massa àqueles que usam o bullying como arma de humilhação, violência psicológica, abuso moral e até físico.

Além de atores incentivando as vítimas a denunciar, a secretária de Estado americana Hillary Clinton fez um pronunciamento.
"Eu tenho uma mensagem para os jovens, para aqueles que se sentem sozinhos e pensam que o futuro é ruim. Primeiramente, esqueçam isso. Peçam ajuda. Sua vida é muito importante para sua família, para seus amigos, para seu país", declarou Hillary.
Hillary Clinton diz isso porque nos últimos dias os americanos viram vários suicídios de jovens, vítimas de bullying, porque - entre outros motivos - eram gays ou porque as pessoas achavam que eles eram gays.

É uma história mais triste que a outra. Entre os casos mais conhecidos está o de Phoebe Prince. Aos 15 anos ela se matou para escapar das agressões verbais e das torturas físicas.
Não suportou os tormentos daqueles que eram para ser amigos de escola.
Entre as histórias mais recentes está a de Tyler Clementi. Aos 18 anos ele se jogou de uma ponte para se livrar das provocações. Gravadas sem autorização, imagens dele dando beijo em outro homem foram parar na internet.

Um depoimento recente emocionou. Na abertura da sessão da Câmara Municipal de Forth Worth, o vereador Joel Burns relembrou momentos da adolescência na escola e chorou ao falar dos ataques que sofria de outros alunos.
A grande maioria dos 50 estados americanos já adota leis para combater o bullying. Mas todos concordam que só punição não basta. A conversa continuará a ser a principal ferramenta de prevenção.
E foi por isso que artistas da Broadway se juntaram à campanha "It gets better" - que em português significa: "Isso melhora". Em forma de música, eles dizem: "Quando você se sentir sozinho e o mundo se mostrar cheio de ódio, isso não é o fim":
A música diz: "Isso melhora, melhora, melhora/ a dor vai sumir, sumir, sumir /se você cair, apenas levante, levante, levante / porque existe um outro jeito / Isso melhora, melhora, melhora / o mundo fica mais leve, leve, leve / então, seja um lutador, lutador, lutador / apenas viva para ver esse dia.”


Fonte: Jornal Bom Dia Brasil – 22/10/2010
|Continue lendo|

Mais uma adolescente é espancada em escola de São Gonçalo

Postado por Allan Pitz 0 comentários
Notícia de São Gonçalo - RJ


X., de 13 anos, está há dois dias sem ir à escola. O motivo, dessa vez, não é a ausência de professores ou a distância da instituição de ensino, tampouco a falta de vontade da estudante, já que ela é considerada uma das mais aplicadas da Escola Estadual Coronel João Tarcísio Bueno, no bairro Paraíso, em São Gonçalo.


O que impede a adolescente de andar 100 metros de sua casa à instituição de ensino é um problema grave - e velado - que ultrapassou os muros das escolas e invadiu as salas de aula: a violência. Na última quarta-feira, dia 27 de outubro, X. foi agredida a socos e chutes por seis alunos, entre meninas e meninos, no banheiro da escola, após ser acusada de ter feito fofoca de uma delas. Segundo a vítima, as agressões só não foram piores porque um amigo conseguiu impedir que a violência continuasse e a retirou do chamado ‘corredor polonês’.


Revoltada com o descaso com o que o episódio foi tratado pela direção da escola - que teria dispensado os alunos sem notificar o fato aos pais - a mãe da adolescente, a dona de casa Y, 30, decidiu denunciar o crime, que está sendo investigado por policiais da 73ª DP (Neves) como lesão corporal. Com hematomas no rosto e nas costas, ela foi encaminhada ao Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), onde foi submetida ao exame de corpo de delito.


“Estou apavorada com isso tudo. Estou com medo de deixar minha filha ir à esquina, pois eles prometeram fazer pior. Ela está sem estudar e deve repetir por falta. Vou fazer de tudo para que isso não fique impune”, disse, indignada, a mãe da estudante.


X. também demonstra preocupação com as ameaças, contudo, sua maior preocupação é com a perda das aulas. “Estou sentindo tanta falta da escola e queria até voltar, mas fiquei com medo depois que isso aconteceu”, comentou a adolescente.


A tristeza de X. foi amenizada com a solidariedade de quatro colegas de turma, que a visitaram após o término das aulas, na manhã de sexta-feira. “Eles disseram que não esqueceram dela. Eu também estou com medo e pedi para o meu pai me buscar na escola”, comentou a amiga da vítima, de 13 anos.


O Conselho Tutelar vai acompanhar o caso. Policiais da 73ª DP irão intimar os envolvidos para prestar depoimento, inclusive a direção da instituição de ensino. A Secretaria de Estado de Educação informou que vai apurar o caso através da Coordenadoria Regional Metropolitana II (SG).


Casos de violência se multiplicam na região


Esse não é o único caso de violência na escola investigado pela Polícia em São Gonçalo e Niterói. Outro ainda mais grave ocorreu no último dia 15. Familiares do estudante Jean Teixeira Justen, 14 anos, denunciaram que o adolescente morreu após ser espancado dentro da Escola Municipal Profª. Marlucy Salles de Almeida, na Trindade, em São Gonçalo. A mãe do estudante, a dona de casa Lucimar Teixeira Justen, 35, acredita que o motivo da agressão foi o fato de Jean ser portador de nanismo, doença genética que retarda o crescimento. A direção da instituição de ensino negou que o estudante tenha sido submetido a qualquer tipo de perseguição por parte dos outros alunos e afirmou que o ferimento na cabeça sofrido pelo adolescente, no dia 9 de setembro, ocorreu acidentalmente durante uma brincadeira de bola com uma colega de classe. A Polícia Civil aguarda o resultado do exame de corpo de delito e o laudo cadavérico para saber as causas da morte de Jean.


Há quatro dias, uma mãe acusou uma das coordenadoras de turma do Centro Integrado de Educação Pública (Ciep) Emiliano Di Cavalcanti, no Badu, na Região de Pendotiba, em Niterói, de ter agredido o filho dela, de 8 anos. O caso está sendo investigado por policiais da 79ª DP (Pendotiba).

‘Vou até o fim por minha filha’

O que mais me espanta é a agressividade desses alunos e a indiferença de alguns profissionais de ensino com relação à violência nas escolas. Tenho certeza que casos como esses são comuns, mas as pessoas não têm coragem de denunciar. Não eduquei minha filha a base de pancadas e não vou deixar que façam isso no local onde ela deveria estar construindo o futuro dela. Vou até o fim para que essa brutalidade não fique impune. (Dona de casa, mãe da menina).


Notícia O São Gonçalo
|Continue lendo|

Violência na escola pode custar US$ 943 milhões ao ano no Brasil

Postado por Allan Pitz 0 comentários
Estudo em 13 países calculou que o custo da violência nas escolas pode chegar a US$ 60 bilhões.


De acordo com a organização de defesa das crianças o bullying atinge países desenvolvidos e em desenvolvimento.

Um estudo internacional estima que o custo da violência nas escolas no Brasil pode chegar a US$ 943 milhões por ano.

A pesquisa foi feita pela organização britânica de defesa das crianças Plan International e o Instituto Overseas Development (ODI, na sigla em inglês). Segundo o relatório publicado, o custo da violência nas escolas, apenas levando em conta os benefícios sociais aplicados anteriormente, pode chegar a US$ 60 bilhões se computados todos os 13 países pesquisados.

No cálculo foi considerada a perda de ganhos de uma pessoa que deixa de comparecer à aula ou desiste da escola por causa da violência e mediu também as perdas do investimento público em educação devido às faltas dos alunos nas escolas.

De acordo com o relatório, os Estados Unidos, por exemplo, pagam um alto preço pela violência entre jovens, dentro e fora da escola. A Plan International estima que o custo total de todas as formas de violência juvenil entre os americanos chega a US$ 158 bilhões.

E para o Brasil, o caso não parece ser diferente, segundo o levantamento.

"Muitas escolas no Brasil se transformaram em lugares perigosos para crianças, com violência brutal e até homicídio, além de abuso sexual, roubos e danos à propriedade", alerta o documento.

"84% dos estudantes que participaram da pesquisa feita em seis capitais brasileiras acharam suas escolas violentas e 70% disseram que foram vítimas de abusos."

"Isto reflete os altos níveis de violência na sociedade brasileira. A estimativa é de que a violência entre jovens tenha um custo de US$ 19 bilhões por ano, sendo que destes US$ 943 milhões podem ser ligados a violência na escola", informou o relatório.

Segundo o documento da Plan International, a violência nas escolas é um problema que afeta igualmente países desenvolvidos e em desenvolvimento. No entanto, a organização reconhece que é "impossível calcular a verdadeira extensão (do problema), pois as crianças geralmente têm muita vergonha ou muito medo de falar a qualquer um sobre isso".

O relatório descreve uma "relação próxima" entre o bullying nas escolas e a violência entre jovens.

De acordo com o estudo, entre 20% e 65% das crianças no mundo todo afirmam que sofreram bullying, mas esta proporção pode ser maior, pois a organização afirma que a violência na escola é pouco denunciada.

Nos Estados Unidos, por exemplo, cerca de um quinto dos estudantes do equivalente ao ensino médio afirmaram que foram vítimas de abuso várias vezes, de acordo com dados coletados pelo Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC, na sigla em inglês).

A prevalência do bullying nas escolas americanas é tão alta que o CDC trata o problema como uma questão de saúde pública.

"Como resultado, você não vai à escola, você está perdendo a oportunidade de aprender", afirma Julie Hertzog, diretora do Centro Nacional Americano para Prevenção do Bullying, dirigido pela organização de defesa das crianças Pacer.

Para o diretor-executivo do grupo de defesa americano CeaseFire, Gary Slutkin, o bullying não está diretamente ligado à violência entre jovens.

"Bullying não é a mesma coisa que violência letal mas pode se agravar progressivamente, e a sociedade americana está gradualmente tomando a decisão de que (o bullying) não é mais aceito como algo normal", disse Slutkin, cuja organização trata a violência entre jovens com o uso de um modelo de saúde pública.

Outros países

O relatório da Plan International diz ainda que em 88 países, incluindo a França e alguns Estados americanos, os professores tem permissão legal para punir fisicamente os alunos.

E cita casos como o do Egito, no qual 80% dos meninos e 67% das meninas já sofreram punição corporal.

O documento menciona ainda a situação na Etiópia, onde a punição corporal é proibida, mas as leis de proteção à criança não são aplicadas e as punições continuam sendo aplicadas. Um estudo naquele país mostra que 80% das crianças foram obrigadas a ajoelhar, receberam pancadas na cabeça, tapas ou pancadas com uma vara.

Outro problema levantado é a violência sexual. Um estudo realizado por estudantes em Serra Leoa mostrou que 59% das meninas tinham sofrido abuso sexual.

No Equador 37% das adolescentes que foram vítimas de violência sexual apontaram professores como os responsáveis. Na África do Sul, professores foram considerados culpados de um terço dos estupros de crianças.



Notícia Estadão
|Continue lendo|

O que é bullying?

quarta-feira, 3 de novembro de 2010 Postado por Allan Pitz 0 comentários

Atos agressivos físicos ou verbais só são evitados com a união de diretores, professores, alunos e famílias.


Bullying é uma situação que se caracteriza por atos agressivos verbais ou físicos de maneira repetitiva por parte de um ou mais alunos contra um ou mais colegas. O termo inglês refere-se ao verbo "ameaçar, intimidar". A versão digital desse tipo de comportamento é chamada de cyberbullying, quando as ameaças são propagadas pelo meio virtual.

Estão inclusos no bullying os apelidos pejorativos criados para humilhar os colegas. E todo ambiente escolar pode apresentar esse problema. "A escola que afirma não ter bullying ou não sabe o que é ou está negando sua existência", diz o médico pediatra Lauro Monteiro Filho, fundador da Associação Brasileira Multiprofissional de Proteção à Infância e Adolescência (Abrapia), que estuda o problema há nove anos.

Segundo o médico, o papel da escola começa em admitir que é um local passível de bullying, informar professores e alunos sobre o que é e deixar claro que o estabelecimento não admitirá a prática - prevenir é o melhor remédio. O papel dos professores também é fundamental. Eles podem identificar os atores do bullying - agressores e vítimas. "O agressor não é assim apenas na escola. Normalmente ele tem uma relação familiar onde tudo se resolve pela violência verbal ou física e ele reproduz isso no ambiente escolar", explica o especialista. Já a vítima costuma ser uma criança com baixa autoestima e retraída tanto na escola quanto no lar. "Por essas características, é difícil esse jovem conseguir reagir", afirma Lauro. Aí é que entra a questão da repetição no bullying, pois se o aluno reage, a tendência é que a provocação cesse.

Claro que não se pode banir as brincadeiras entre colegas no ambiente escolar. O que a escola precisa é distinguir o limiar entre uma piada aceitável e uma agressão. "Isso não é tão difícil como parece. Basta que o professor se coloque no lugar da vítima. O apelido é engraçado? Mas como eu me sentiria se fosse chamado assim?", orienta o médico. Ao perceber o bullying, o professor deve corrigir o aluno. E em casos de violência física, a escola deve tomar as medidas devidas, sempre envolvendo os pais.

O médico pediatra lembra que só a escola não consegue resolver o problema, mas é normalmente nesse ambiente que se demonstram os primeiros sinais de um agressor. "A tendência é que ele seja assim por toda a vida a menos que seja tratado", diz. Uma das peças fundamentais é que este jovem tenha exemplos a seguir de pessoas que não resolvam as situações com violência - e quem melhor que o professor para isso? No entanto, o mestre não pode tomar toda a responsabilidade para si. "Bullying só se resolve com o envolvimento de toda a escola - direção, docentes e alunos - e a família", afirma o pediatra.


Notícia Revista Escola
|Continue lendo|

Palavras que machucam: Campanha canadense anti-bullying

terça-feira, 2 de novembro de 2010 Postado por Allan Pitz 0 comentários
Uma antiga campanha canadense contra o bullying. Nesse comercial, o destaque é uma vítima de exclusão e preconceito entre as meninas.

|Continue lendo|

Internet permite novas dimensões à prática do bullying nas escolas

Postado por Allan Pitz 0 comentários

O bullying, um ato violência física ou psicológica praticados para atingir alguém ou um grupo comumente praticado contra crianças no universo escolar, passou a ter novas características e dimensões com o uso da internet.

Diferente da modalidade tradicional, o ciberbullying garante o anonimato e suas vítimas podem sofrer muito mais pela dimensão que o ato pode alcançar. Pesquisa realizada pela Organização Não-Governamental (ONG), SaferNet em 2008 com 875 jovens internautas, constatou que 38% foram vítimas de ciberbullying e 44% dos amigos "reais" já sofreram esse tipo de violência ao menos uma vez.

O psicólogo e diretor de prevenção e atendimento da Safernet Brasil, Rodrigo Negm, explica que a prática do ciberbullying prolonga a ação, anteriormente restrita ao ambiente escolar, por exemplo, quando o professor ou diretor repreendiam o aluno ou grupo que promoviam a violência.

Hoje, um material difamatório postado na internet, mesmo que seja retirado em pequeno espaço de tempo, pode vir a ser reproduzido por outros internautas, causando um transtorno interminável à vida da vítima.

"Na internet a humilhação, que ficava restrita a um âmbito, geralmente escolar, ganha maior dimensão no espaço público da internet. O mundo inteiro pode ter acesso a esse tipo de agressão. A família, os amigos veem essa mensagem. A criança não consegue escapar da agressão, até porque alguém pode guardar esse material e postá-lo novamente".

O psicólogo dá algumas dicas aos pais que querem saber se os filhos têm sofrido qualquer tipo de agressão do ciberbullying: "sinais de depressão, falta de vontade de ir à escola e brincar com os amigos ou dificuldades para dormir."

Para conter os crimes do ciberbullying, a SaferNet Brasil em parceria com o Ministério Público e a polícia federal criou um canal de denúncias contra crimes na internet: www.denuncie.org.br. Recentemente foi lançado a rede social que promove o uso consciente do mundo virtual, oferecendo ao usuário algumas discussões no endereço www.netica.org.br .

Rodrigo Negm lembra que é preciso manter o diálogo entre pais e filhos para que a vítima se sinta à vontade para denunciar esse tipo de violência.

"A tecnologia mais importante para combater crimes da internet é a relação de confiança entre pais e filhos. É um recurso que vai além de filtros e bloqueios. As crianças elas devem conversar com os pais e contar com a ajuda deles, caso percebam algum tipo de agressão pela internet".


Notícia Estadão
|Continue lendo|

Bullying é maior em colégios privados, aponta estudo

Postado por Allan Pitz 0 comentários


Levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que quase 1/3 dos estudantes brasileiros afirma ter sofrido bullying alguma vez na vida escolar, sendo que o problema tem ocorrido, em maior proporção, nos colégios privados (35,9%) do que nos públicos (29,5%). O estudo faz parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2009 e foi realizada com alunos do 9º ano do ensino fundamental das 26 capitais brasileiras e do Distrito Federal.

O tema é tão importante que está tramitando no Senado um projeto que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e propõe que os estabelecimentos de ensino sejam também responsáveis por promover um ambiente escolar seguro e adotar estratégias de prevenção e combate a intimidações e agressões. Além disso, também sugere que o Ministério da Educação (MEC) coordene trabalhos para combater o bullying.

Perfil - As vítimas do bullying, geralmente, são crianças mais quietas, pouco sociáveis e que não possuem muita habilidade para reagir a agressões. A fase mais recorrente do problema é a partir dos dez anos, quando a criança mais agressiva e praticante do bullying procura se reafirmar perante o grupo, em busca de maior destaque. No entanto, esse tipo de prática está atingindo faixas etárias cada vez mais baixas, como crianças dos primeiros anos da escolarização. Dados recentes mostram sua disseminação por todas as classes sociais e apontam uma tendência para o aumento rápido desse comportamento com o avanço da idade dos alunos.


Fonte: Revista TIC Brasil Educação
|Continue lendo|

Eminem sofreu bullying na infância e chegou a perder a visão temporariamente

Postado por Allan Pitz 0 comentários


Ainda quando criança, o cantor Eminem sofreu bullying na escola e chegou a perder temporariamente a visão de um olho por conta de agressões sofridas no colégio. Segundo o site Daily Mails, a primeira agressão teria acontecido em 1982, na escola que o músico frequentava.

Inconformada com as agressões, a mãe do astro, Debbie Mather Briggs, chegou a processar o sistema escolar de Detroit por não protegê-lo.
O rapper decidiu contar que sofreu bullying durante uma entrevista ao programa de televisão americana 60 Minutes, por conta dos recentes episódios de suicídios entre jovens norte-americanos que sofrem do mesmo problema que o cantor passou.

Celebridades como Lady Gaga e Jessica Alba também já assumiram ter sofrido bullying na época da escola.


Notícia Vírgula.uol
|Continue lendo|

Pais se agridem em shopping no Rio por bullying entre filhos

Postado por Allan Pitz 0 comentários
Notícia em todo o Brasil:

Um homem e uma mulher trocaram agressões em um shopping de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, após uma discussão envolvendo seus filhos. A mãe de um menino de 9 anos acusou o filho do homem de "bullying" e resolveu tirar satisfação com a criança. Pouco depois, o pai do menino começou a discutir com a mulher e, diante das crianças, atingiu o rosto dela e a empurrou ao chão, desferindo-lhe um chute. A briga foi gravada pelas câmeras de segurança do estabelecimento. As informações são do Bom Dia Brasil.

Após chutar a mulher no chão, o homem foi afastado, mas a mulher foi novamente agredida a após jogar a sandália em seu agressor. "Eu falei (para o colega do filho): 'se você não sabe, isso (bullying) é crime. No colégio, quem paga é o colégio. Fora da escola, quem vai pagar, por isso, são seus pais'. Falei isso apenas. Dez minutos depois, esse rapaz, que eu jamais tinha visto na minha vida, desceu e fez o que vocês viram", disse a mulher. A briga ocorreu na semana passada. A mulher sofreu uma fratura em uma das costelas e escoriações no pescoço, na cabeça e nas costas.
|Continue lendo|

Susan Boyle foi queimada com cigarros na escola

Postado por Allan Pitz 1 comentários



Susan Boyle confessou no programa Oprah que foi vítima de bullying na escola.
A cantora, revelada por um programa de talentos britânico, contou frente às
câmaras que os colegas batiam-lhe na cabeça e queimavam a sua roupa com cigarros.

A escocesa foi ao programa promover o seu livro biográfico que se intitula The Woman I Was Born to Be, um relato da história da sua vida e dos problemas de rejeição que sempre a perseguiram.

- Apesar da forte violência física, o mais prejudicial foi o psicológico -, disse Boyle.
|Continue lendo|

Ator gay de 'Glee' diz que sofreu bullying na escola

Postado por Allan Pitz 0 comentários


O ator Chris Colfer, que interpreta o personagem gay Kurt no seriado Glee, falou em entrevista ao blogueiro Perez Hilton sobre os tormentos que sofria na adolescência devido à sua sexualidade. Ele afirmou que constantemente era vítima de bullying, por fazer teatro e participar do grupo de debate da escola.

Colfer lembrou que, quando foi fazer os testes para Glee, queria o papel do deficiente físico Artie, mas o criador da série, Ryan Murphy, disse que escreveu o personagem Kurt com Colfer em mente.

Ele falou que está feliz por interpretar Kurt, pois o personagem tem muito a ver com o que ele sentia na adolescência. "Eu me relaciono com a vulnerabilidade de Kurt e com o fato dele ainda estar se descobrindo. Nós estamos todos procurando algo para pertencer. Eu achei isso em Glee", disse.

O ator admitiu que alguns dos valentões que o atormentavam no colégio estão o procurando, agindo como se fossem amigos. Ele disse que chegou a escrever uma resposta cruel para um deles, mas desistiu de enviá-la. "Pensei, 'para que?' Eu estou num lugar ótimo agora", concluiu.

Notícias Terra
|Continue lendo|

Entendendo o Bullying em Cinco Partes

Postado por Allan Pitz 1 comentários

1 - Bullying é um termo inglês (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais, físicas e repetitivas, que ocorrem exercidas por um ou mais indivíduos causando sérios danos psicológicos; com o único intuito de intimidar, e agredir outra pessoa.


2 - O bullying é um grande problema mundial. E ocorre em praticamente qualquer lugar onde as pessoas interajam mais: Escola, faculdade/universidade, família, entretanto pode acontecer também no local de trabalho, e entre vizinhos.


3 - As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá, até mesmo, tentar o suicídio.


4 - Os atos de bullying ferem gravemente princípios constitucionais. É uma violência que pode ser comparada aos atos criminosos de tortura.



5 - Também estão incluídos como bullying os famosos apelidos pejorativos, criados unicamente para humilhar e tirar crédito.




|Continue lendo|