Bullying é maior em colégios privados, aponta estudo

terça-feira, 2 de novembro de 2010 Postado por Allan Pitz 0 comentários


Levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que quase 1/3 dos estudantes brasileiros afirma ter sofrido bullying alguma vez na vida escolar, sendo que o problema tem ocorrido, em maior proporção, nos colégios privados (35,9%) do que nos públicos (29,5%). O estudo faz parte da Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar 2009 e foi realizada com alunos do 9º ano do ensino fundamental das 26 capitais brasileiras e do Distrito Federal.

O tema é tão importante que está tramitando no Senado um projeto que altera a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB) e propõe que os estabelecimentos de ensino sejam também responsáveis por promover um ambiente escolar seguro e adotar estratégias de prevenção e combate a intimidações e agressões. Além disso, também sugere que o Ministério da Educação (MEC) coordene trabalhos para combater o bullying.

Perfil - As vítimas do bullying, geralmente, são crianças mais quietas, pouco sociáveis e que não possuem muita habilidade para reagir a agressões. A fase mais recorrente do problema é a partir dos dez anos, quando a criança mais agressiva e praticante do bullying procura se reafirmar perante o grupo, em busca de maior destaque. No entanto, esse tipo de prática está atingindo faixas etárias cada vez mais baixas, como crianças dos primeiros anos da escolarização. Dados recentes mostram sua disseminação por todas as classes sociais e apontam uma tendência para o aumento rápido desse comportamento com o avanço da idade dos alunos.


Fonte: Revista TIC Brasil Educação
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Eminem sofreu bullying na infância e chegou a perder a visão temporariamente

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Ainda quando criança, o cantor Eminem sofreu bullying na escola e chegou a perder temporariamente a visão de um olho por conta de agressões sofridas no colégio. Segundo o site Daily Mails, a primeira agressão teria acontecido em 1982, na escola que o músico frequentava.

Inconformada com as agressões, a mãe do astro, Debbie Mather Briggs, chegou a processar o sistema escolar de Detroit por não protegê-lo.
O rapper decidiu contar que sofreu bullying durante uma entrevista ao programa de televisão americana 60 Minutes, por conta dos recentes episódios de suicídios entre jovens norte-americanos que sofrem do mesmo problema que o cantor passou.

Celebridades como Lady Gaga e Jessica Alba também já assumiram ter sofrido bullying na época da escola.


Notícia Vírgula.uol
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Pais se agridem em shopping no Rio por bullying entre filhos

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Notícia em todo o Brasil:

Um homem e uma mulher trocaram agressões em um shopping de Petrópolis, na região serrana do Rio de Janeiro, após uma discussão envolvendo seus filhos. A mãe de um menino de 9 anos acusou o filho do homem de "bullying" e resolveu tirar satisfação com a criança. Pouco depois, o pai do menino começou a discutir com a mulher e, diante das crianças, atingiu o rosto dela e a empurrou ao chão, desferindo-lhe um chute. A briga foi gravada pelas câmeras de segurança do estabelecimento. As informações são do Bom Dia Brasil.

Após chutar a mulher no chão, o homem foi afastado, mas a mulher foi novamente agredida a após jogar a sandália em seu agressor. "Eu falei (para o colega do filho): 'se você não sabe, isso (bullying) é crime. No colégio, quem paga é o colégio. Fora da escola, quem vai pagar, por isso, são seus pais'. Falei isso apenas. Dez minutos depois, esse rapaz, que eu jamais tinha visto na minha vida, desceu e fez o que vocês viram", disse a mulher. A briga ocorreu na semana passada. A mulher sofreu uma fratura em uma das costelas e escoriações no pescoço, na cabeça e nas costas.
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Susan Boyle foi queimada com cigarros na escola

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Susan Boyle confessou no programa Oprah que foi vítima de bullying na escola.
A cantora, revelada por um programa de talentos britânico, contou frente às
câmaras que os colegas batiam-lhe na cabeça e queimavam a sua roupa com cigarros.

A escocesa foi ao programa promover o seu livro biográfico que se intitula The Woman I Was Born to Be, um relato da história da sua vida e dos problemas de rejeição que sempre a perseguiram.

- Apesar da forte violência física, o mais prejudicial foi o psicológico -, disse Boyle.
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Ator gay de 'Glee' diz que sofreu bullying na escola

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O ator Chris Colfer, que interpreta o personagem gay Kurt no seriado Glee, falou em entrevista ao blogueiro Perez Hilton sobre os tormentos que sofria na adolescência devido à sua sexualidade. Ele afirmou que constantemente era vítima de bullying, por fazer teatro e participar do grupo de debate da escola.

Colfer lembrou que, quando foi fazer os testes para Glee, queria o papel do deficiente físico Artie, mas o criador da série, Ryan Murphy, disse que escreveu o personagem Kurt com Colfer em mente.

Ele falou que está feliz por interpretar Kurt, pois o personagem tem muito a ver com o que ele sentia na adolescência. "Eu me relaciono com a vulnerabilidade de Kurt e com o fato dele ainda estar se descobrindo. Nós estamos todos procurando algo para pertencer. Eu achei isso em Glee", disse.

O ator admitiu que alguns dos valentões que o atormentavam no colégio estão o procurando, agindo como se fossem amigos. Ele disse que chegou a escrever uma resposta cruel para um deles, mas desistiu de enviá-la. "Pensei, 'para que?' Eu estou num lugar ótimo agora", concluiu.

Notícias Terra
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Entendendo o Bullying em Cinco Partes

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1 - Bullying é um termo inglês (bully = “valentão”) que se refere a todas as formas de atitudes agressivas, verbais, físicas e repetitivas, que ocorrem exercidas por um ou mais indivíduos causando sérios danos psicológicos; com o único intuito de intimidar, e agredir outra pessoa.


2 - O bullying é um grande problema mundial. E ocorre em praticamente qualquer lugar onde as pessoas interajam mais: Escola, faculdade/universidade, família, entretanto pode acontecer também no local de trabalho, e entre vizinhos.


3 - As crianças ou adolescentes que sofrem bullying podem se tornar adultos com sentimentos negativos e baixa autoestima. Tendem a adquirir sérios problemas de relacionamento, podendo, inclusive, contrair comportamento agressivo. Em casos extremos, a vítima poderá, até mesmo, tentar o suicídio.


4 - Os atos de bullying ferem gravemente princípios constitucionais. É uma violência que pode ser comparada aos atos criminosos de tortura.



5 - Também estão incluídos como bullying os famosos apelidos pejorativos, criados unicamente para humilhar e tirar crédito.




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Livro contra o Bullying

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De que forma este livro pode realmente combater a violência e a discriminação entre as crianças?


A tônica é simples: Ensinando quase subconscientemente, trazendo histórias ilustradas assimiláveis que conduzam a criança a um entendimento de igualdade e união, fazendo-a perceber que todos são iguais, importantes para nossa sociedade como um todo. Naturalmente, ocorrerá uma associação saudável por meio da comunicação sutil, atrativa, e as diferenças farão parte de um contexto formador, não deformador.

As causas do Bullying são muito variadas. Este livro age especificamente em algum fator motivante?


Podemos dizer que sim. Quando foram iniciadas as pesquisas para o livro, percebi que um grande motivador das agressões físicas e/ou psicológicas são as diferenças físicas ou raciais. Citarei minha vida escolar nos primeiros anos: Estudei certa vez com uma menina que sofrera paralisia infantil e era vítima de piadas e chacotas constantes. Eu, sendo um menino de baixa estatura e acima do peso, também somava apelidos pejorativos, debilitantes; meu amigo usava bota ortopédica corretiva e sofria os mesmos tormentos diários. Não há como negar os efeitos negativos das agressões sobre o rendimento escolar e social das vítimas. O estigma de não fazer parte é uma corrente bastante venenosa, podendo perdurar durante anos ou mesmo eternamente. O livro ajudará a combater diretamente o preconceito físico e racial, considerado em diversos estudos forte motivador do bullying, agindo numa fase de construção da criança para os anos escolares mais avançados.

Temos de levar em conta que a linguagem de união e respeito é universal! Assim, não tratamos apenas do bullying, mas englobamos o entrosamento e a aceitação de um modo geral. Ao indicar um caminho de entendimento e igualdade entre os personagens, transmitimos uma ideia clara de inclusão.



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Sobre o Peixinho da Paz

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As crianças precisam aprender o sentido de união, igualdade e respeito desde o início da jornada. Atuando nesse pensamento, Um peixe de calças jeans e outras histórias para unir traz em sua linguagem simples e acessível histórias curtas e assimiláveis que visam eliminar os preconceitos sutilmente. Agindo no subconsciente formador das crianças. Enriquecendo-as moralmente.

A ideia desse livro brotou pelas inspiradoras teorias de Dr. Joseph Murphy (1898 – 1981), autor do livro O Poder do Subconsciente (título original em inglês: The Power of your Subconscious Mind), onde defende a tese de que a mente subconsciente (responsável pelo sono, memória, batimentos cardíacos e outras muitas funções do corpo) ao aceitar uma idéia, começa imediatamente a pô-la em prática. Segundo Murphy, a mente subconsciente aceita tudo que lhe é sugestionado de forma vigorosa e constante; assim, podemos adicionar as informações boas e benéficas sobre o que quisermos. Em Um Peixe de Calças Jeans, a teoria subconsciente é usada para o bem mais pacífico e precioso de todos: o amor fraterno de nossas crianças. A paz. E a união incondicional entre as pessoas.

A proposta maior deste livro é ajudar na diminuição da ocorrência de bullying (repetidas agressões psicológicas e/ou físicas) não só nas escolas, preparando o futuro cidadão de bem para as diferenças que o mundo oferece, construindo uma nova geração mais fraterna, livre dos bloqueios preconceituosos gradativamente impostos.


"Dedico esse livro ao espírito nobre, elevado e igualitário de Mohandas Karamchand Gandhi. Muito obrigado, pai da união, pelo Satyagraha."
Allan Pitz


(Satyagraha: Princípio da não-agressão desenvolvido por Gandhi. Saty = Verdade. Agraha = Firmeza)
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