Pesquisa mostra como jovens encaram o bullying

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010 Postado por Allan Pitz 0 comentários
Por Redação Pantanal News/Portal Educação


Um estudo publicado no periódico Child & Youth Care Forum na Suécia aponta que 42% dos adolescentes entrevistados pelos especialistas culpam a vítima pelo bullying. Os jovens indicam que o ato violento é visto como uma questão de complementaridade das características individuais dos bullies (aqueles que cometem o bullying).

Para a realização da pesquisa, foram entrevistados 175 adolescentes com idades entre 15 e 16 anos. Todos responderam questionários e participaram de entrevistas presenciais. Segundo os dados recolhidos pelos pesquisadores, cerca de 70% dos estudantes atribuíam aos bullies (agredidos) como os principais culpados pela violência.

“O estudo nos mostra um dado preocupante em que os adolescentes colocam a culpa da violência praticada na própria vítima. Isso mostra como os jovens de hoje não possuem valores morais e não se preocupam com as outras pessoas. Vale destacar que é de fundamental importância a participação da família na formação destes valores”, salienta psicóloga e tutora do Portal Educação, Denise Marcon.

De acordo com as opiniões dos jovens, ser “diferente” era razão de ocorrer o bullying. Os especialistas apontam que a pesquisa é capaz de trazer novas concepções sobre o bullying do ponto de vista do comportamento dos adolescentes.



Notícia Pantanal News
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Escritor carioca lança livro sobre bullying - Jornal O Debate de BH

terça-feira, 7 de dezembro de 2010 Postado por Allan Pitz 1 comentários



Em meio ao clima de guerra e insegurança que envolveu a cidade maravilhosa, uma boa notícia chega do Rio de Janeiro para todo o Brasil.

O escritor carioca Allan Pitz lançou recentemente o livro infantil contra bullying Um Peixe de Calças Jeans (Editora Livro Novo), que promete acabar de vez com a agressividade infantil nas escolas, através de cinco historinhas subconscientes em sintonia de paz. Para o escritor, seu livro é diferente porque não mostra a obviedade do assunto “bullying” para as crianças, ele apenas sintoniza suas mentes numa freqüência de paz e integração, valendo-se de historinhas onde a amizade e a aceitação de grupo superam todas as barreiras impostas.

A teoria é realmente muito ousada, e baseia-se nas obras de dois homens lendários: Mahatma Gandhi (criador do Satyagraha – movimento de não agressão) e Joseph Murphy (autor do livro O Poder do Subconsciente). Chama atenção também, o fato de Allan Pitz não ser autor de livros infantis (seu livro de maior sucesso até aqui é a novela cult A Morte do Cozinheiro), e de sua única motivação para escrever esse trabalho elaborado ter sido o bullying covarde sofrido na infância. Allan Pitz declarou ainda que os mais qualificados para falar sobre o assunto são os adultos que sofreram, mas superaram com dignidade as agressões da infância.



JORNAL O DEBATE
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Governo Dilma herdará processo de implantação do Programa Nacional de Direitos Humanos

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010 Postado por Allan Pitz 1 comentários

“Todas as pessoas nascem livres e iguais em dignidade e direitos”, diz o primeiro artigo da Declaração Universal dos Direitos Humanos, que é de 1948. Já se passaram 62 anos desde então, e são vários os países que ainda trabalham para transformar essa frase em garantias reais a suas populações.

No Brasil, a terceira edição do PNDH (Programa Nacional de Direitos Humanos) traz um roteiro com mais de 500 ações para concretizar a promoção dos direitos humanos ao longo da próxima década. À presidente eleita, Dilma Rousseff, caberá dar sequência ao trabalho de implantação desta enorme peça, elaborada a partir de discussões ocorridas na 11ª Conferência Nacional de Direitos Humanos, feita em dezembro de 2008, e em 50 encontros temáticos promovidos desde 2003.

Instituído por decreto presidencial em dezembro de 2009, o PNDH-3 abarca uma ampla agenda, que inclui temas como política externa, incentivo ao desenvolvimento sustentável, segurança pública, combate à fome e à pobreza, reforma agrária, erradicação do trabalho infantil, respeito às comunidades indígenas e quilombolas, enfrentamento do bullying no ambiente escolar e na internet, políticas de atenção ao idoso e de acesso à educação e aos serviços de saúde, entre outros.

Segundo estimativas da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, até o mês de outubro, das 519 ações existentes, 257 foram pelo menos parcialmente executadas. Ou seja, quase a metade delas já começou a sair do papel, em um processo que é caracterizado pela interlocução entre várias instâncias do poder público.

Entre os pontos da extensa pauta do PNDH-3, estão a criação da Comissão Nacional da Verdade, que ficará responsável por apurar violações dos direitos humanos cometidas em contextos de repressão política, a instalação de um Observatório Nacional dos Direitos Humanos para subsidiar o trabalho de monitoramento das políticas públicas, e a expropriação de imóveis rurais e urbanos em que forem encontrados trabalhadores em condição análoga à escravidão. Outros tópicos que também estão previstos no programa e já são motivo de debate são os que envolvem direitos da população homossexual, como a união civil e a adoção, além da lei que criminaliza a homofobia.

Para acompanhar a concretização do PNDH-3, foi criado um comitê de monitoramento, que conta com representantes de 21 ministérios. A este grupo cabe elaborar planejamentos bianuais para que as ações propostas sejam colocadas em prática. Atualmente, o órgão discute o que será destacado como prioridade para 2011 e 2012. A secretária de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Lena Peres, que coordena o grupo, explica que o trabalho está em fase de conclusão. No início de dezembro, haverá um novo encontro, em que todos os participantes farão os últimos ajustes às propostas que serão levadas adiante.

- Ainda temos alguns ministérios que não fecharam suas principais ações. Todos estão trabalhando. [Os ministérios da] Saúde e [da] Justiça, por exemplo, fizeram um comitê interno para elencar as ações que ficarão para esse plano bianual.

A reunião de dezembro servirá para que todos os ministérios presentes no comitê finalizem o planejamento para os dois anos seguintes. O próximo passo, segundo Lena, será levar essas diretrizes ao novo governo, o que deve ocorrer em um encontro marcado para fevereiro. Caberá à equipe de Dilma, caso haja a intenção, fazer ajustes.

- Sabemos que estamos trocando de governo e, embora seja um governo do mesmo partido, teremos novos ministros e dirigentes. Esse plano [bianual] é um elenco de intenções do fim deste governo. Provavelmente nas reuniões de fevereiro e março, vamos ter um panorama dos novos dirigentes, quem sabe elencando novas ações ou fazendo uma revisão das que foram apontadas pela equipe do governo do presidente Lula.

A secretária adianta que nenhum ponto polêmico será incluído na pauta para os próximos dois anos. Segundo ela, alguns dos temas selecionados são o combate à homofobia, o enfrentamento da violência contra a criança e o adolescente, políticas de atendimento ao idoso e de proteção à pessoa.

Continuidade

Para José Gregori, que foi o primeiro secretário nacional de Direitos Humanos e hoje preside a Comissão Municipal de Direitos Humanos de São Paulo, um dos traços que caracterizam a adoção de políticas da área no Brasil é a continuidade - o que, segundo ele, deve fazer com que Dilma olhe para o assunto como uma “questão de Estado, e não de governo”.

- No Brasil, após a reinauguração da democracia, a questão dos direitos humanos tem se caracterizado pela continuidade, tem uma natureza mais permanente, que de certa forma fica abrigada contra paixões partidárias, eleitorais e políticas. Isso é um sinal de avanço da democracia brasileira.

O sociólogo Marcos Rolim, que foi deputado federal pelo PT gaúcho e é um dos especialistas que participaram da consolidação do PNDH-3, chama a atenção para a ameaça representada por “posições conservadoras” que integram a base de apoio do governo Lula e que poderão aumentar seu espaço na gestão de Dilma.

- Eu temo que o futuro governo siga sendo limitado pelas posições conservadoras que ofereceram sustentação política no Congresso ao governo Lula, e que o PMDB, agora com a vice-presidência, tenha uma influência ainda maior, o que daria razões para novas dificuldades.

Rolim lembra que, embora a temática dos direitos humanos não tenha sido uma das frentes mais exploradas na campanha eleitoral, Dilma apresentou como principal compromisso a erradicação da miséria.

- Espero que corresponda a um conjunto de iniciativas de inclusão e a uma política econômica mais ousada, no sentido da distribuição de renda e da construção de um ‘Estado de bem-estar’.



Notícia R7
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Lerin pede psicólogo nas escolas para combater bullying

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Jornal da Manhã (Uberaba)

Introduzir psicólogos nas escolas públicas, para observar o comportamento dos alunos, e identificar possíveis assédios por parte de outros estudantes, evitando a hostilidade física e moral, é proposta do socialista Antônio Lerin para combater a agressividade que ganhou nomenclatura internacional: bullying.

Ofício enviado ao prefeito Anderson Adauto (PMDB) externando o assunto, justifica a necessidade, respaldando a falta de preparo ou o menosprezo dos pais para detectar que o filho é vítima de chacotas.

O adolescente pode assumir duas posturas. A primeira é a retração diante dos colegas e, por consequência, a queda no rendimento escolar. A segunda é agredir o colega partindo para a violência física.

Lerin salienta que as escolas do Estado também podem aderir à ação municipal, contratando profissional habilitado. Muita gente, segundo o vereador, não busca auxílio psicológico por preconceito e vergonha.

Estudo recente da Universidade Federal de São Carlos apontou que o bullying afeta quase a metade dos alunos e três escolas públicas pesquisadas na cidade. Dos 239 adolescentes entre 11 e 15 pesquisados, 47% afirmaram ser alvos de
colegas na escola.

Em decisão recente, o juiz Luiz Artur Rocha Hilário, da 27ª Vara Cível de Belo Horizonte, condenou estudante da 7ª série a indenizar em R$ 8 mil uma colega de sala, devido à prática agressiva.

“Como ainda existe dificuldade em se identificar o bullying nas escolas, solicitei ao prefeito que analise a possibilidade de contratação de profissionais da área da psicologia para identificar tais situações e sugerir medidas para combater o problema, orientando, inclusive, os pais e docentes”, salienta.




Jornal da Manhã
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Pernambuco faz mobilização contra bullying homofóbico

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É a campanha ´Educação sem Homofobia
`


Distribuição de material informativo, apresentação de peças de teatro e oficinas fazem parte da mobilização, que acontece no Parque 13 de Maio, no Recife, contra o bullying homofóbico nas escolas públicas.

A campanha "Educação sem Homofobia" é promovida pelo Sincato dos Trabalhadores em Educação de Pernambuco - o SINTEPE. As Secretarias de Educação e Saúde do Estado são parceiras da campanha.

De acordo com os organizadores, a escolha do tema foi motivada pelo crescente número de casos de agressões a homossexuais.


Notícia do site Athos
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O Peixinho da Paz em Moçambique

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010 Postado por Allan Pitz 0 comentários

O Jornal O País, um dos maiores de Moçambique, publicou nesse dia primeiro de dezembro uma matéria especial sobre o livro Um Peixe de Calças Jeans.
Na versão on line do jornal poderemos ver um trecho da matéria, e a matéria completa na versão impressa.


Um peixe pela paz no Rio - Matéria da Redação

Após uma maré de violência que atingiu a cidade do Rio de Janeiro, no Brasil, vem a calmaria e a boa nova que é o mais recente livro do escritor carioca, Allan Pitz.

A obra, que segundo o autor, é uma arma para combater a agressividade infantil nas escolas através de cinco histórias subconscientes em sintonia com a paz. Intitulado “Um Peixe de Calças Jeans” – este é um livro diferente e um desafio na carreira do seu autor, que não é escritor do género infantil e, mais ainda, o mesmo não retrata o “Bullying” de forma óbvia para as crianças; ele apenas estimula as suas mentes a sentimentos pacíficos, valendo-se de historinhas onde a amizade e a aceitação de grupos superam todas as barreiras impostas.

Leia mais na edição impressa do «Jornal O País»


JORNAL O PAÍS
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Menina pagava colegas de classe para não ser agredida em SP

sexta-feira, 26 de novembro de 2010 Postado por Allan Pitz 2 comentários


Da Redação, com Band TV Presidente Prudente
cidades@eband.com.br


Uma menina de 12 anos foi vítima de bullying e extorsão dentro de uma escola estadual em Junqueirópolis, na região de Presidente Prudente. Com medo de apanhar de alguns colegas de classe, ela era obrigada a dar dinheiro.

No total, a menina chegou a pagar mais de R$ 850 em dinheiro a cinco colegas de classe. Em um dos bilhetes que recebeu, ela foi ameaçada caso o valor não fosse pago. A mudança de comportamento da filha foi o que chamou a atenção da mãe.

O diretor da unidade garantiu que os suspeitos foram punidos com suspensão. Para a mãe da estudante, a escola foi omissa por não ter comunicado aos pais dos agressores sobre o incidente. Uma conselheira tutelar afirma que, em casos como esse, o ideal é pedir apoio ao conselho.




Notícia Band
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Justin Bieber participa de campanha contra o bullying

Postado por Allan Pitz 1 comentários
O cantor Justin Bieber participou da campanha contra o bullying "It Gets Better". O astro teen já declarou que sofreu esse problema, agora quer ajudar aos que sofrem com o bullying. "Não é legal ser um valentão. Diga às pessoas se você ver alguém sofrendo bullying", falou o cantor.



Veja o vídeo da campanha contra o bullying:


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Livro revolucionário contra o bullying escolar - Um Peixe de Calças Jeans

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Notícia do site jornalístico Plantão News, do Mato Grosso (MT).



As crianças precisam aprender o sentido de união, igualdade e respeito desde o início da jornada. Atuando nesse pensamento, Um peixe de calças jeans e outras histórias para unir traz em sua linguagem simples e acessível histórias curtas e assimiláveis que visam eliminar os preconceitos sutilmente. Agindo no subconsciente formador das crianças. Enriquecendo-as moralmente.

A ideia desse livro brotou pelas inspiradoras teorias de Dr. Joseph Murphy (1898 – 1981), autor do livro O Poder do Subconsciente (título original em inglês: The Power of your Subconscious Mind), onde defende a tese de que a mente subconsciente (responsável pelo sono, memória, batimentos cardíacos e outras muitas funções do corpo) ao aceitar uma idéia, começa imediatamente a pô-la em prática. Segundo Murphy, a mente subconsciente aceita tudo que lhe é sugestionado de forma vigorosa e constante; assim, podemos adicionar as informações boas e benéficas sobre o que quisermos.
Em Um Peixe de Calças Jeans, a teoria subconsciente é usada para o bem mais pacífico e precioso de todos: o amor fraterno de nossas crianças. A paz. E a união incondicional entre as pessoas.

A proposta maior deste livro é ajudar na diminuição da ocorrência de bullying (repetidas agressões psicológicas e/ou físicas) não só nas escolas, preparando o futuro cidadão de bem para as diferenças que o mundo oferece, construindo uma nova geração mais fraterna, livre dos bloqueios preconceituosos gradativamente impostos.

Trecho da obra
“Mesmo que o cardume, no começo, estranhasse um peixe de calças jeans nadando, ninguém poderia negar sua vitória e o mundo novo que vinha boiando. Por isso, a turminha do mar não esquece a coragem do peixinho. De calças jeans a flutuar, com nadadeiras de pano a brincar, sempre cercado de amigos.”

Como funciona o Peixinho Jeans?
O livro Um Peixe de Calças Jeans se vale de uma teoria super inovadora e original contra o bullying infantil. Ele ergue suas bases sintonizadas nas teorias de Murphy e Gandhi, fundamentando o que podemos chamar de Satyagraha subconsciente.
O livro conta com cinco historinhas contra o bullying infantil, e cada uma dessas histórias carrega uma sintonia específica de paz e união, trabalhando no sentido da aceitação, e do estímulo de grupo das crianças. As histórias são interessantes, comuns, mas falam primeiramente ao subconsciente infantil, onde deposita todas as metas de convívio e união.
Todas as histórias terminam glorificando os benefícios da amizade e do amor. As questões se resolvem em paz. No entanto isso se faz de maneira única, em mensagens sintonizadas numa freqüência específica de união e não-violência. As histórias são curtas para que o subconsciente assimilador não perca as instruções no caminho.
Quanto mais as crianças lerem os mesmos textos, mais vezes seus subconscientes estarão absorvendo as ideias integradas de paz, e a tendência é o fim das agressões preconceituosas no grupo de convívio. A ideia é simples, o núcleo da proposta é a mensagem de integração, e de uma maneira que a criança se divirta com os personagens enquanto aprende os caminhos da aceitação. Ela não mais deverá agredir ou ser agredida, ela saberá que a agressão é muito errada, está fora dos caminhos de aceitação, e começará a se defender também. Um Peixe de Calças Jeans não é um livro subconsciente para construir pacifistas; mas sim, um livro pacifista para construir crianças conscientes e íntegras.
Esse não é um livro infantil comum, meus amigos, é uma freqüência fina de paz e união contra o bullying, baseado na obra de dois homens incrivelmente singulares. Um estudo original, inteligente e inovador.

As histórias
* Um Peixe de Calças Jeans (O peixinho precisa das calças jeans especiais para nadar como os outros do cardume)
* O Menino de Algodão (O menino não pode brincar muito, pois o algodão é sensível demais às condições climáticas)
* A Menina Cor de Rosa (a menina sofre pelo diferencial de sua cor rosa choque)
* O sapo que não comia mosca (O sapinho Botão tem dificuldade para caçar moscas e se relacionar com outros sapinhos no brejo)
* O Gigante da Goiabeira (Um anãozinho que cresceu no vilarejo dos gigantes)

Sobre o autor

O escritor carioca Allan Pitz autodenomina-se com humor: “Escritor por maioria de votos, contador de histórias, visceral, humano, Ph.D nas próprias reflexões e estudos solitários sobre tudo”.
Diferente de todos os seus trabalhos publicados, em Um Peixe de Calças Jeans Allan Pitz cria uma alegoria simples, infantil, onde dissemina com desenvoltura ímpar, belíssimas mensagens de união e não-violência entre as crianças, tendo como base sólida um longo estudo da Teoria Subconsciente de Dr. Joseph Murphy. E a idéia central do Satyagraha (movimento de não violência, desenvolvido por Mahatma Gandhi).
A experiência do autor, com o bullying sofrido na infância, acabara sendo o grande fator motivacional para Allan escrever o que, talvez, seja um dos seus raríssimos trabalhos para fora, especificamente, do público leitor adulto. Um trabalho raro e de muito valor humano.

Link original: http://www.plantaonews.com.br/conteudo/show/secao/51/materia/25419
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A missão do livro Um Peixe de Calças Jeans

terça-feira, 23 de novembro de 2010 Postado por Allan Pitz 2 comentários


Nadando nas ondas de paz.


A inspiração
Há muitos anos atrás, dois homens fascinantes e inteligentes pisaram sobre a face da Terra. E esses grandes homens, iluminados homens, perceberam sentidos maiores em nosso planeta, coisas que poucos seres humanos conseguem alcançar hoje em dia.

Um desses homens doou-se à igualdade, à não-violência, à união incondicional e à paz entre as pessoas. Ele marchou para a guerra com flores nas mãos, meus amigos, e nunca se negou de sorrir, nem de abraçar fortemente qualquer alma que lhe confrontasse nublada. Esse homem se chamava Mahatma Gandhi; o pai carinhoso dos indianos; e do mundo inteiro que ainda clama por paz. O Pai do Satyagraha (movimento de não –violência).

O outro pensava bastante, era um estudioso da mente, das energias humanas, dos caminhos cerebrais complexos. E eis que ele descobre nos seus estudos, que temos uma mente subconsciente mais ativa e poderosa do que a consciente (essa que me permite escrever agora), e que conversando diretamente com ela poderíamos repelir doenças, comportamentos ruins, atrair o bem para perto de nós. Esse homem fabuloso formou-se Ph.D em estudos da mente na University of India, onde trabalhou por toda a sua vida. E ajudou muitos de nós a evoluir internamente com seus livros maravilhosos. Ele se chamava Dr. Joseph Murphy. Autor do livro O Poder do Subconsciente.

Como funciona o Peixinho Jeans?
O livro Um Peixe de Calças Jeans se vale de uma teoria super inovadora e original contra o bullying infantil. Ele ergue suas bases sintonizadas nas teorias de Murphy e Gandhi, fundamentando o que podemos chamar de Satyagraha subconsciente.
O livro conta com cinco historinhas contra o bullying infantil, e cada uma dessas histórias carrega uma sintonia específica de paz e união, trabalhando no sentido da aceitação, e do estímulo de grupo das crianças. As histórias são interessantes, comuns, mas falam primeiramente ao subconsciente infantil, onde deposita todas as metas de convívio e união.

As histórias
Um Peixe de Calças Jeans (O peixinho precisa das calças jeans especiais para nadar como os outros do cardume)
O Menino de Algodão (O menino não pode brincar muito, pois o algodão é sensível demais às condições climáticas)
A Menina Cor de Rosa (a menina sofre pelo diferencial de sua cor rosa choque)
O sapo que não comia mosca (O sapinho Botão tem dificuldade para caçar moscas e se relacionar com outros sapinhos no brejo)
O Gigante da Goiabeira (Um anãozinho que cresceu no vilarejo dos gigantes)

Todas as histórias terminam glorificando os benefícios da amizade e do amor. As questões se resolvem em paz. No entanto isso se faz de maneira única, em mensagens sintonizadas numa frequência específica de união e não-violência. As histórias são curtas para que o subconsciente assimilador não perca as instruções no caminho.
Quanto mais as crianças lerem os mesmos textos, mais vezes seus subconscientes estarão absorvendo as ideias integradas de paz, e a tendência é o fim das agressões preconceituosas no grupo de convívio. A ideia é simples, o núcleo da proposta é a mensagem de integração, e de uma maneira que a criança se divirta com os personagens enquanto aprende os caminhos da aceitação. Ela não mais deverá agredir ou ser agredida, ela saberá que a agressão é muito errada, está fora dos caminhos de aceitação, e começará a se defender também.

Um Peixe de Calças Jeans não é um livro subconsciente para construir pacifistas; mas sim, um livro pacifista para construir crianças conscientes e íntegras.

Esse não é um livro infantil comum, meus amigos, é uma frequência fina de paz e união contra o bullying, baseado na obra de dois homens incrivelmente singulares. Um estudo original, inteligente e inovador.
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Descontrole nos casos de bullying tem provocado tragédias no Brasil

domingo, 21 de novembro de 2010 Postado por Allan Pitz 2 comentários


Demora em identificar o problema piora traumas gerados pelas agressões entre crianças.


Provocações e brincadeiras fazem parte da rotina adolescente. Mas quando o limite do aceitável é ultrapassado e essas práticas vêm acompanhadas de agressão e violência, sejam psicológicas ou físicas, ganham o nome de bullying. Praticado sem controle, esse tipo de violência tem provocado tragédias em todo o Brasil.

Recentemente, um garoto de 17 anos morreu depois de ter sido agredido pelos colegas dentro da sala de aula por causa de seu novo corte de cabelo.

Até mesmo famosos já sofreram esse tipo de abuso. O empresário Bruno Chateaubriand, que hoje circula na alta sociedade carioca, lembra ressentido o que acontecia com ele na época da escola.

- É aquele massacre, quase que diário. Você não tem mais vontade de ir ao colégio, não tem mais vontade de participar das festinhas com as crianças.

Na maioria das vezes, só se descobre o bullying depois de muito tempo. Isso porque além de humilhar e agredir, os agressores também ameaçam suas vítimas. A demora para identificar as agressões às vezes pode ser fatal.

Pesquisa realizada no país pelo Ceats (Centro de Empreendedorismo Social e Administração em Terceiro Setor) indica que cerca de 70% dos estudantes brasileiros já viram algum colega ser maltratado pelo menos uma vez na escola. Na região Sudeste, o índice chega a 81% e, na Centro-Oeste, a 75%.

Para especialistas, esclarecer e educar são as principais armas das escolas para lutar contra a disseminação do bullying.

Um em cada cinco estudantes já sofreu agressões via internet

No mês passado, a SBP (Sociedade Brasileira de Psicologia) discutiu o assunto em um seminário que reuniu mais de 2.000 profissionais. A presidente da SBP, Paula Gomide, disse que é preciso prevenir, até porque a maioria das vítimas de bullying acabam se tornando adultos violentos, pois reproduzem o padrão de comportamento que vivienciaram.


Para Paula, a maior dificuldade e também o maior trunfo é descobrir a agressão precocemente.


- O processo de prevenção começa quando o caso é identificado. Muitas vezes pais e professores têm dificuldade de entender que abusos psicológicos - como comparações, xingamentos ao corrigir uma criança - atingem o ser, o que ela é, e não o seu comportamento. Isso provoca baixa autoestima, o que torna a criança uma vítima fácil do bullying.

Notícia Portal AZ
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Demi Lovato (vídeo) - Campanha contra Bullying

domingo, 14 de novembro de 2010 Postado por Allan Pitz 0 comentários



Campanha do site teensagainstbullying.org
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Reunião da Sociedade Brasileira de Psicologia vai debater bullying

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Lúcia Nórcio
Repórter da Agência Brasil


Curitiba – A principal forma de prevenção de problemas como a violência escolar (bullying) é a identificação precoce do problema, defende a presidente da Sociedade Brasileira de Psicologia (SBP), Paula Gomide.

“Ao identificar o caso, está começando o processo de prevenção. Muitas vezes pais e professores têm dificuldade de entender que abusos psicológicos como comparações, xingamentos ao corrigir uma criança, atingem o ser, o que ela é, e não o seu comportamento e isso provoca baixa autoestima, o que a torna uma vítima fácil do bullying”, ressalta a psicóloga que participa de hoje (20) até sábado (23) da 40ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira de Psicologia.

O evento, que deve reunir cerca de 2 mil profissionais da área de psicologia do Brasil e de outros países, vai debater problemas como o bullying. Segundo Paula, a vítima desse tipo de violência, normalmente, se torna um adulto agressor, uma vez que a criança acaba mantendo o padrão de comportamento que vivenciou.

Tratamentos de desvios de conduta, como a psicopatia, também serão discutidos nos quatro dias de reunião. Uma das presenças aguardadas é a do canadense Robert Hare, renomado professor de psicologia da University of British Columbia, em Vancouver. “Ele é um dos maiores especialistas do mundo em psicopatia. É responsável por identificar os critérios que são aceitos universalmente para diagnosticar portadores dessa doença. Ele é responsável pela criação de um check list de pontuação para psicopatia, usado no Brasil desde 2000”, disse Paula.

Amanhã (21), o criador da cartilha Depoimento sem Dano: Problemas e Soluções, o juiz Antônio Daltoé Cezar, da 2ª Vara da Infância de Porto Alegre será um dos palestrantes. Ele defende o direito de crianças e adolescentes serem ouvidos nos processos que lhe dizem respeito. “No Rio Grande do Sul este método é usado em 26 municípios, existem outros estados que já estão utilizando e estamos sendo convidados a vários eventos jurídicos para demonstrar nossa experiência no projeto que teve início em 2003”, disse o juiz à Agência Brasil.

Segundo ele, pelo sistema tradicional, crianças e adultos permanecem juntos durante a audiência. No método do depoimento sem dano, a criança é ouvida em uma sala separada, há interatividade, mas psicólogas e assistentes sociais acompanham todo o processo intervindo sempre que necessário.

Para Cezar, crianças a partir de 5 anos já podem ser ouvidas e terem suas opiniões respeitadas. “Acompanhamos os depoimentos de cerca de 3 mil crianças de 2003 até hoje, só em Porto Alegre, e com o depoimento sem dano aumentou o índice de responsabilização em até 70% no total das denúncias, a maioria de abusos sexuais."


Edição: Lílian Beraldo

Notícia Agência Brasil
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Um terço dos estudantes do país é vítima de bullying

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Pelo menos um terço dos estudantes brasileiros é vítima de xingamentos, piadas ou mesmo agressões físicas nas escolas, de acordo com o IBGE.

O bullying tem preocupado pais e até parlamentares no Congresso. Um projeto de combate ao problema está para ser votado no senado. O objetivo é criar uma rede nacional de combate ao bullying, com um telefone 0800 e tratamento psicológico gratuito às vítimas.

Sofrem constantemente com o bullying, 30,8% dos estudantes brasileiros. Segundo um estudo do IBGE, 35,9% dos alunos de escolas particulares reclamam do problema, contra 29,5% nas instituições públicas.



Notícia Jornal da Band
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Estudante vítima de bullying assistirá a aulas acompanhado da mãe em SP

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Menino de 9 anos frequenta colégio de Rubiácea, no interior de SP.
Decisão foi tomada pela Polícia Civil, Conselho Tutelar e a escola.



Um estudante de 9 anos de Rubiácea, a 558 km da capital paulista, que vinha sofrendo bullying por parte de colegas de escola, vai assistir às aulas junto com a mãe. Essa foi a solução encontrada pela Polícia Civil, Conselho Tutelar e a escola para que o garoto não seja reprovado.

A partir do próximo ano, o menino deve estudar em outra escola, em Guararapes. A polícia ouviu professores, alunos e funcionários da escola. O delegado Getúlio Nardo, responsável pelo caso, informou que todos se comprometeram a evitar situações semelhantes na escola. De acordo com ele, a polícia procurou agir de maneira a educar, em vez de punir os estudantes.



Notícia G1
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Bullying: TJ tem programa para escolas

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Natal - O Tribunal de Justiça do Estado fechou uma parceria com a Secretaria Municipal de Educação (SME) de Natal no combate ao bullying. O projeto Justiça e Escola não trata exclusivamente do assunto, mas inclui discussões sobre todos os tipos de violência em ambiente escolar. Visitas são realizadas por educadores e integrantes do Judiciário às 45 escolas participantes, conforme a demanda, e professores e gestores participam de uma capacitação anual, para se tornarem “multiplicadores”.

Em seu quinto ano, o Justiça e Escola terá sua ação formativa de 2010 nos dias 17 e 18 de novembro. Serão capacitados 180 educadores que irão conhecer a metodologia e outros 120, que já participam do projeto, terão um intercâmbio pedagógico para discutir o que vem sendo feito nas diversas escolas. “Durante o período do projeto, somente uma escola nos procurou para irmos até lá tratar especificamente de bullying, mas nas palestras são debatidos diversos assuntos que incluem o bullying”, ressalta a coordenadora do projeto na SME, Luzia Valentim.

O Justiça e Escola trabalha com “pilares”, dentre os quais estão incluídos “responsabilidade”, “respeito”, “sinceridade”, “senso de justiça” e “zelo e cidadania”. “O projeto tem um primeiro viés de aproximar o Judiciário da sociedade, mas também um objetivo pedagógico de minimizar a violência”, ressalta Luzia Valentim. O trabalho se baseia em uma ação pioneira desenvolvida no estado da Virgínia, nos Estados Unidos, onde diversos casos de violência em ambiente escolar levaram à adoção de práticas em prol da chamada cultura de paz.

Na rede estadual de ensino, de acordo com o coordenador de Desenvolvimento do Ensino (Codese), Domingos Sávio de Oliveira, as capacitações promovidas pela Secretaria Estadual de Educação (Seec) já incluem a preparação dos educadores para trabalharem com a realidade do bullying, habilidade que nem sempre os docentes adquirem na universidade.

A grande expectativa, porém, é mesmo a implementação, a partir de 2011, do Plano de Educação em Direitos Humanos. “Ele vem sendo discutido desde o ano passado com o Núcleo de Educação para a Paz da secretaria e foram feitas várias reuniões na fase de elaboração. Vamos entrar nesse período de transição do governo, mas esperamos que o plano esteja em plena execução a partir de 2011”, enfatiza.

O documento irá prever ações de prevenção e combate aos diversos tipos de violência cometidos em ambiente escolar, incluindo as agressões que caracterizam o bullying.

Na avaliação do coordenador, a Seec tem agido de forma marcante na capacitação de professores em todo o estado e em todos os níveis de ensino, ampliando a compreensão dos professores sobre os problemas de violência escolar e melhorando o olhar dos educadores quanto ao bullying, de forma que os docentes possam contribuir para crianças e jovens saírem da situação de risco na qual se encontrem. “Além do plano, a Assembleia já aprovou uma lei que fortalece as políticas pedagógicas em prol da cultura de paz”, acrescenta Sávio.

Educadores ressaltam o papel da família para enfrentar casos

O Colégio Marista já está utilizando a cartilha do CNJ sobre bullying, encartada hoje na TRIBUNA DO NORTE. O objetivo da direção é despertar educadores, alunos, pais e comunidade para um problema cada vez mais sério. “Na verdade, o bullying é algo muito antigo no espaço escolar, não é novo, nem é moda. É uma realidade no mundo e tem se agravado. Aparece dentro das escolas, mas também em outros espaços de convívio. É um problema social”, ressalta a vice-diretora educacional do Marista Natal, Fátima Guilmo.

Ela aponta o estresse da vida moderna, a superproteção dos pais, a falta de tempo da família em conviver com as crianças e o individualismo cada vez maior das pessoas como alguns dos motivos que têm agravado o quadro. “No trânsito mesmo, um motorista que desrespeita o outro está cometendo um bullying. A gente vê bullying até na disputa pela Presidência da República.” O Marista lançou uma campanha em 2007 contra esse tipo de violência, com o tema “Bullying é muito sem noção!”.

O trabalho de capacitação dos professores para identificar e tratar do assunto é contínuo e no próximo ano será iniciado um novo programa, baseado na ideia de que “gentileza gera gentileza”, em prol de uma convivência melhor entre toda a comunidade escolar. “Muitos pais acham que a agressão que o filho cometeu, que muitas vezes não é física, se trata apenas de uma brincadeira sem maldade. Consideramos aqui no colégio que brincadeira só é legítima quando alegra as duas ou mais partes envolvidas. Quando só um fica feliz, não é brincadeira”, alerta.

O coordenador pedagógico Nery Adamy revela que o bullying normalmente gera o isolamento, ou queda no rendimento dos alunos que são vítimas. “A gente começa a ver mudança na postura do estudante. Aquele que interagia, conversava, de repente fica muito introspectivo”, exemplifica. Algumas vezes o professor detecta o problema em sala, transmite à coordenação e é feita uma espécie de investigação sobre o que vem ocorrendo. “Outras vezes é o pai que nos procura com a suspeita.”

O coordenador diz, no entanto, que também há exageros por parte das famílias, que “não reconhecem a dinâmica entre os próprios alunos”. Ele afirma que o bullying se caracteriza bem em situações nas quais, por exemplo, uma parte da turma se volta contra um aluno, mas em outros casos o problema não passa de um conflito normal entre dois estudantes, algo natural da idade.

De toda forma, prevenir é o melhor caminho. “É raro o aluno mesmo revelar o que vem sofrendo. Ele já está dentro de uma situação de medo, inclusive medo de represálias. Por isso não permitimos de forma nenhuma que isso aconteça dentro da escola. Combatemos desde os pequenos detalhes, porque muitas vezes começa com um apelido e acaba gerando uma situação de desconforto para o aluno.”

Conseguir uma compreensão melhor do que é ou não é bullying, no âmbito familiar entre pais e filhos, também é uma preocupação entre os pedagogos da rede pública de ensino. “Nenhuma ação pedagógica da secretaria poderá avançar sem o envolvimento das famílias e da comunidade direto no chão da escola”, entende o coordenador de Desenvolvimento do Ensino (Codese), Domingos Sávio de Oliveira, da Secretaria Estadual de Educação.

Domingos Sávio defende uma participação efetiva dos pais, na identificação e controle dos problemas envolvendo as diversas formas de violência cometidas pelos filhos e contra seus filhos. Segundo ele, a comissão de Educação para a Paz da Secretaria Estadual desenvolve um trabalho contínuo em parceria com programas como o Proerd, da PM, e outras ações de conscientização dos estudantes.

Matéria Wagner Lopes

Notícia Tribuna do Norte
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